quinta-feira, 23 de março de 2017

Bomba: Vereador de Rosário é acusado de assédio sexual e vítima é menor de idade!



O vereador Carlos do Remédio (PC do B), foi acusado formalmente na delegacia Regional de Rosário na manhã desta quinta (23), onde quem registou o B.O foi a mãe que acompanhada da vítima uma menor de 14 anos.

Na denuncia a mãe afirma que o vereador citado vinha assediando a sua filha através de mensagens via WhatsApp, convidando-a pra sair, marcando encontro, e relata que já houve um beijo forçado, sem o consentimento da vítima.
Dep. Othelino, Gov. Flávio Dino e vereador Carlos do Remédio que foi o mais votado em Rosário nas eleições de 2016.

A família que já apoiou o vereador está revoltada com a situação e a menor está assustada.

O vereador ainda será ouvido pela polícia.

O que diz a lei


O que poucas pessoas sabem é que mesmo “carícias” forçadas, hoje, são consideradas estupro.

A mudança é recente, pois só em 2009 a lei que trata dos crimes contra a dignidade sexual sofreu alterações e tiveram as punições endurecidas. Antes, a lei era exclusiva para mulheres e só  considerava o estupro quando a vítima era constrangida a praticar conjunção carnal (sexo com penetração) mediante violência ou grave ameaça.

Com a modificação na lei, tanto mulheres quanto homens podem ser vítima de estupro, uma vez que a legislação tipifica o crime como “constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso”, de acordo com o artigo 213 do Código Penal.

Assim, conforme a delegada da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM), Andréa Nascimento, até as carícias e beijos sem o consentimento de uma das partes podem ser consideradas  estupro,  um crime hediondo. “Não é qualquer toque, mas até aquele beijo em que um homem pega uma mulher forçadamente - e vice e versa - , por exemplo, pode ser estupro. Ou seja, é importante entender que esse tipo de crime não se limita a penetração, conjunção carnal, mas se o ato não teve consentimento da vítima, o crime existe”, explicou ela, ao afirmar que no casos das vítimas masculinas, o atentado violento ao pudor foi abolido passando a ser estupro também.



Carlos do Remédio foi procurado pelo blog, e disse que vai se manifestar!

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