sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Rosário: “Sem votos, sem cargo e com muito tempo livre: ex-prefeito ataca como blogueiro!!!

 “Quando o poder acaba, nasce o blogueiro: o caso Calvet Filho”

Depois de perder as eleições e encerrar um mandato que ficou marcado, por polêmicas, denúncias e processos na Justiça, o ex-prefeito Calvet Filho, vulgo Pinóquio, parece ter encontrado uma nova vocação: blogueiro político em tempo integral.

Longe da caneta que assinava decretos, mas bem perto do celular, Calvet agora ocupa as horas vagas fazendo aquilo que sempre gostou: opinar sobre tudo, atacar adversários e tentar reescrever a própria história — desta vez por meio do blog “Fala Rosário” e "Rosário Sem Censura", curiosamente administrado, segundo comentários recorrentes na cidade, do próprio telefone do ex-degestor.

A cena chama atenção: o mesmo personagem que passou anos sendo alvo de críticas por uma gestão associada a escândalos, falcatruas e investigações, hoje posa de fiscal da moral, analista político e guardião da verdade rosariense. Um verdadeiro milagre da reinvenção política — daqueles que só a internet proporciona.

Enquanto responde a inúmeros processos judiciais ainda em andamento, Calvet parece ter concluído que a melhor defesa não é nos autos, mas nos ataques e montagens feitas com inteligência artificial. Afinal, nada como um blog para tentar virar o jogo da narrativa, atacar quem venceu nas urnas e manter o nome circulando, mesmo fora do poder.

O curioso é que, no “Fala Rosário”, os problemas do passado raramente aparecem. Já os erros dos outros ganham lupa, holofote e manchete. É a velha máxima: quem não conseguiu convencer nas urnas, tenta convencer no teclado.

Em Rosário, o povo observa. Alguns leem por curiosidade, outros por diversão, e muitos já entenderam: quando o mandato termina, mas o ego não aceita, nasce mais um blogueiro político. A diferença é que este carrega no currículo não só opiniões, mas um histórico que a Justiça ainda faz questão de acompanhar de perto.

Em breve iremos mostrar as provas de toda a rede administrada por Pinóquio e como ele mantem, aguardem...

“Servidor sem salário, caixa cheio: MP denuncia ‘inadmissível’ calote da Prefeitura de Cachoeira Grande” e pede bloqueio de contas e multa pessoal ao prefeito Cesár Castro

 

O Ministério Público do Maranhão, por intermédio da Promotoria de Justiça da Comarca de Morros, ajuizou  Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município de Cachoeira Grande, para garantir o pagamento do funcionalismo público, que não recebeu os salários referentes ao mês de dezembro de 2025.

Assinada pela promotora de justiça Érica Beckman, titular da Promotoria de Morros, a medida ocorre após o esgotamento de tentativas administrativas de resolução.

O Ministério Público requereu medida liminar para que o Município de Cachoeira Grande efetue, em até cinco dias, o pagamento integral e imediato dos vencimentos do mês de dezembro de 2025.

Também foi requerido que o Município, no mesmo prazo de cinco dias, apresente cronograma detalhado e objetivo para o pagamento dos vencimentos dos servidores, referentes ao mês de janeiro e fevereiro de 2026.

Em caso de descumprimento, foi solicitado ainda o bloqueio de valores em contas bancárias do Município de Cachoeira Grande em montante suficiente para cobrir a folha de pagamento. Além disso, a Promotoria de Justiça requereu a aplicação de multa no valor de R$ 10 mil reais, a ser paga pessoalmente pelo prefeito Raimundo César Castro de Sousa.

Segundo a promotora de justiça Érica Beckman, após ser acionado para esclarecer os fatos, o Município não apresentou, no prazo inicialmente fixado, “qualquer resposta, justificativa ou comprovação de regularização dos pagamentos devidos”.

Somente na noite do dia 22 de janeiro passado, a gestão encaminhou ofício em que alegou “dificuldades financeiras transitórias” sem qualquer explicação objetiva ou fundamentação concreta para a falta de pagamento dos servidores.

A representante do Ministério Público observa que a questão é ainda mais grave porque ficou constatado que o Município dispõe de recursos financeiros para honrar seus compromissos, conforme demonstram os extratos bancários dos repasses destinados ao Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

“Segundo os extratos bancários do mês de dezembro de 2025, juntados ao procedimento, o Município de Cachoeira Grande recebeu repasses substanciais, totalizando R$ 2.771.964,09 apenas em dezembro de 2025”, revelou a promotora. “Tal situação é absolutamente inadmissível e inconstitucional, configurando flagrante violação aos princípios da dignidade da pessoa humana”, completou.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

“Bomba no Maranhão: TCE-MA descobre uso irregular do FUNDEB e revela prejuízo milionário em Santa Rita”

 

Santa Rita (MA) – Uma auditoria de conformidade realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) identificou uma série de irregularidades na gestão e aplicação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no município de Santa Rita, referentes ao exercício financeiro de 2024. O volume de recursos analisado ultrapassa R$ 80 milhões.

O relatório de fiscalização nº 9220/2025, elaborado pela Secretaria de Fiscalização do TCE, revela problemas que vão desde divergências contábeis e falhas na transparência, até pagamentos indevidos, transferências bancárias ilegais e indícios de gastos sem licitação. Diante da gravidade dos achados, o Tribunal propôs a citação do ex-prefeito Hilton Gonçalo de Sousa e do secretário municipal de Educação, Adalberto Cabral Silva, para apresentação de justificativas.

Divergências milionárias na receita do Fundeb

Logo no início da auditoria, os técnicos do TCE identificaram divergências nos valores da receita do Fundeb informados em diferentes sistemas oficiais. Enquanto o sistema e-PCA apontou uma arrecadação de R$ 80.947.030,39, o SINC-Fiscal registrou R$ 81.235.895,54, e o Demonstrativo do Banco do Brasil indicou R$ 80.888.808,52.

Essas inconsistências violam dispositivos da Lei nº 4.320/64 e comprometem a confiabilidade das informações contábeis apresentadas pelo município.

Contas desequilibradas e restos a pagar sem dinheiro em caixa

A auditoria também revelou inconsistências graves nos balanços financeiro e patrimonial, além da inscrição de despesas em restos a pagar sem disponibilidade financeira suficiente. Segundo o TCE, ao final de 2024 o Fundeb de Santa Rita apresentou um déficit de R$ 2.057.975,45, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Movimentação irregular da conta do Fundeb

Outro ponto crítico envolve a movimentação da conta bancária exclusiva do Fundeb. De acordo com os extratos analisados, a conta era movimentada por uma secretária municipal de Saúde, o que fere diretamente normas do FNDE, que determinam que apenas o secretário de Educação ou o prefeito podem autorizar essas operações.

Além disso, o município deixou de apresentar extratos bancários de praticamente todo o ano, enviando ao TCE apenas o documento referente ao mês de janeiro, o que inviabilizou a conciliação bancária completa.

Transferências ilegais e falta de rastreabilidade

A auditoria identificou a transferência de R$ 54,1 milhões da conta do Fundeb para outra conta do próprio município, prática expressamente vedada pela Lei nº 14.113/2020. Também foram detectadas transferências no valor de R$ 1,04 milhão para uma conta sem identificação clara da finalidade.

Somam-se a isso pagamentos de R$ 6,7 milhões classificados apenas como “IMPOSTOS” e R$ 700 mil descritos como “PAGAMENTO DE BOLETO”, sem qualquer identificação dos destinatários, o que compromete a transparência e a fiscalização do uso do dinheiro público.

Salário do secretário pago com recursos do Fundeb

Entre os achados mais sensíveis, o TCE constatou o pagamento indevido de R$ 20.696,15 referentes ao salário do secretário municipal de Educação, Adalberto Cabral Silva, com recursos do Fundeb. A legislação é clara ao proibir o uso desses recursos para remuneração de agentes políticos, restringindo-os aos profissionais da educação em efetivo exercício.

Veja sobre essa matéria no blog CTA Notícias

domingo, 25 de janeiro de 2026

Na mira do MPF: Calvet Filho e esposa são descobertos em suposto esquema na Prefeitura de Tuntum


 
_Nomeação de Calvet Filho expõe esquema de supostas nomeações ilegais em prefeitura que tem irmã de prefeito como pré-candidata a deputada estadual_

O ex-prefeito de Rosário, Calvet Filho (Republicanos), pode ser alvo de procedimento investigatório pelo Ministério Público Federal (MPF) voltado à apuração da suspeita de sua atuação como funcionário fantasma da Prefeitura de Tuntum.

De acordo com informações, o bolsonarista rosariense foi flagrado na folha de pagamentos do Fundeb, principal fonte de financiamento da educação básica pública no Brasil, que conta com recursos federais.

Como resultado, uma denúncia apresentada ao MPF (nº 20360004244) nesta sexta-feira, 23, pode levar a uma extensa investigação que pode desmantelar um suposto esquema de nomeações ilegais na cidade administrada pelo prefeito Fernando Pessoa, cuja irmã é pré-candidata a deputada estadual nas eleições de outubro deste ano.

Segundo extratos obtidos pelo blog, Calvet Filho aparece com um salário de R$ 5 mil. O problema, porém, é que ele não estaria cumprindo suas responsabilidades profissionais no município em que foi ‘nomeado’, já que passa a semana inteira ‘malhando’ e ‘trabalhando’ como ‘caçador de fantasmas’ em Rosário, cidade localizada a 321 km de Tuntum.



A Grande Família

Este é o mais novo caso de corrupção envolvendo Calvet Filho. Isso porque além dele, vários outros integrantes da sua família são suspeitos de terem sido contratados de forma fraudulentas é o caso, por exemplo, de Francisca Estela, esposa dele e ex-primeira-dama rosariense.

Fonte: Blog do Minard