quarta-feira, 4 de maio de 2016
PROJETO DE LEI QUER PROIBIR TRANSPORTE DE BÊBADO AO LADO DO MOTORISTA
Um projeto de lei quer estender a “Lei Seca” ao passageiro
sentado ao lado do motorista. O PL 4380/2016, de autoria do deputado Flávio
Augusto da Silva, mas conhecido como "Flavinho" (PSB-SP), tem o
objetivo de proibir o transporte de passageiro alcoolizado ou sob efeito de
qualquer substância psicoativa que cause dependência no banco dianteiro, ao
lado do motorista.
A proposta, que tramita na Câmara, prevê como punição infração
gravíssima (7 pontos na CNH), multa e retenção do veículo até que a
irregularidade seja tratada - ou seja, que o eventual carona bêbado ou drogado
sente-se no banco traseiro do veículo. O deputado explica que a proposta tem o
objetivo de tentar impedir que a condução do veículo seja atrapalhada por
terceiros.
O projeto de lei cita distrações que poderiam atrapalhar o
motorista caso haja presença de um passageiro bêbado ou drogado no banco ao
lado: "o indivíduo embriagado que, por brincadeira, tenta movimentar o
volante, atrapalhando o condutor; o indivíduo embriagado que, com ânsia de
vômito, tira a atenção do motorista.", entre outras situações
potencialmente perigosas de acordo com a proposta.
Segundo o político, a Macedônia e a Bósnia-Herzegovina já
adotam a restrição. O deputado ainda salienta que nos Estados Unidos e no
Canadá as medidas são ainda mais rigorosas, pois estando ou não ao lado do
motorista, o passageiro nem precisa estar embriagado para causar complicações
para o motorista.
O projeto de lei 4380/2016 será analisado no plenário e, se
aprovado, modificará o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503-97).
terça-feira, 3 de maio de 2016
Dep. Hildo Rocha formaliza representação contra governador Flávio Dino
O deputado Federal Hildo Rocha (PMDB) protocolou, na
Procuradoria Geral de Justiça do Maranhão, representação contra o governador
Flávio Dino (PCdoB). A ação, segundo explicou o parlamentar, é pelo
flagrante desrespeito ao que estabelece a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que
vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido
pelo FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e
Valorização do Profissional da Educação). “O governador continua se
recusando a conceder o reajuste salarial de 11,36% garantido por lei, aos
educadores. Os nossos vizinhos cumprem a Lei do Piso Nacional do Magistério,
como pode ser comprovado em publicação recente da CNTE – Confederação Nacional
dos Trabalhadores em Educação”, disse o deputado.
Rocha ressaltou que o Governo do Maranhão aumentou sua
arrecadação em relação ao ano passado como pode ser constatado no próprio
portal do Governo. “Flavio Dino não atende a categoria
porque prefere priorizar outros interesses como introduzir centenas de
camaradas dentro da administração estadual.”, afirmou Rocha.
A favor da categoria – Em pronunciamento na
tribuna da Câmara Federal, quinta-feira (04/02), reveja
aqui https://youtu.be/27J0- CQw1BA, o deputado Hildo Rocha (PMDB/MA) fez a
primeira intervenção a favor dos professores. Rocha enfatizou que o Artigo
50 da Lei 11.738 estabelece que os salários dos professores devem
ser atualizados, anualmente, no mês de janeiro. Rocha lembrou que a Lei do
Piso foi aprovada no período em que Dino exercia o mandato de deputado federal.
Representação no MP – No dia 26 de abril o
parlamentar fez realizou nova ação em defesa dos professores. Rocha voltou a
usar a tribuna da Câmara para cobrar do governador Flavio Dino o reajuste da
categoria. Como o Governador permanece descumprindo a lei que ele próprio
ajudou a aprovar o deputado Hildo Rocha decidiu entrar com a representação no
órgão competente. “O Ministério Público instituição das mais respeitadas,
guardiã das nossas leis, com certeza entrará com ação na justiça obrigando o
governador a cumprir a Lei do Piso, já que ele não se sensibiliza com os apelos
dos professores nem dos parlamentares”, declarou.
Justiça de SP envia a Moro pedido de prisão de Lula
A 4ª Vara Criminal de São Paulo remeteu ao juiz Sérgio Moro,
da 13ª Vara Federal de Curitiba, o pedido de prisão preventiva do ex-presidente
Lula e a denúncia contra o petista por lavagem de dinheiro e falsidade
ideológica no caso do tríplex de Guarujá (SP). Os autos foram enviados pela
juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira na última quinta-feira, após ela
negar recursos contra a decisão na qual declinou da competência para o juízo
que centraliza a Operação Lava Jato, no Paraná, proferida há mais de um mês. A
posse do tríplex reformado pela construtora OAS para Lula e a ex-primeira-dama
Marisa Letícia era investigada pelo Ministério Público de São Paulo, em
inquérito decorrente do caso Bancoop, e pelo Ministério Público Federal na Lava
Jato. A juíza entendeu que os crimes são de âmbito federal e podem estar
relacionados ao esquema de corrupção na Petrobras. Caberá a Moro agora decidir
se aceita a competência e acata ou não o pedido de prisão e a acusação formal.
O ex-presidente também é investigado em outras frentes da Lava Jato, a apuração
ocorre sob o crivo do Supremo Tribunal Federal, por causa de citações a
parlamentares e ministros com foro privilegiado. Como a nomeação de Lula foi
suspensa pelo Supremo, ele permanece sem a prerrogativa. (Felipe
Frazão, de Brasília)
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Suspensão do WhatsApp – Juiz decide punir os brasileiros sob o pretexto de punir empresa
Uma Justiça que pune 200 milhões de brasileiros com o
intuito de fazer justiça então não é justa, mas bastarda. O WhatsApp está fora
do ar por vontade do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE), e vale
por 72 horas. Os milhões de brasileiros, assim, são apresentados à comarca de
Lagarto, ao juiz Montalvão e ficam sabendo que foram punidos. O aplicativo
teria se negado a fornecer informações numa investigação sobre uma quadrilha de
tráfico de drogas.
O juiz da comarca de Lagarto já foi notícia mundial uma vez.
Vai ser de novo. Desse jeito, acaba um dos 100 homens mais influentes da lista
da “Time”. É o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan,
vice-presidente do Facebook, empresa dona do WhatsApp, para a América Latina.
Olhem aqui: o doutor acha que a empresa não está
colaborando? Que recorra, por exemplo, à multa.
Nesse caso, sim, ele pune,
então, quem estaria se negando a colaborar. Que sentido faz punir os usuários?
É como se o Metrô deixasse de cumprir uma determinação judicial, e um juiz
determinasse a suspensão do serviço. É o fim da picada. O mundo está rindo da
nossa cara, santo Deus!
A decisão do juiz foi tomada no dia 16. É claro que as
operadoras de telefonia poderiam ter recorrido à Justiça. Seja porque
cochilaram, seja porque travam um braço de ferro com WhatsApp por razões
comerciais, nada fizeram. Não recorreram a tempo da decisão.
A decisão é vergonhosa e caracteriza uma óbvia agressão ao
direito à informação e, se quiserem saber, à liberdade de expressão. Muita
gente hoje usa esse aplicativo para trabalhar. Não se trata de mero
divertimento.
Numa democracia, direitos não são suprimidos assim, do nada,
por vontade de uma autoridade. Decisão da Justiça se cumpre, claro!, mas também
se discute, ou, então, viveremos sob a tirania dos juízes. Imaginem se cada um
resolver impor a sua leitura do mundo ao conjunto dos brasileiros.
Espero que associações de cidadãos entrem com mandado de
segurança coletivo na Justiça de Sergipe; que o Ministério Público encaminhe
uma petição à Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça; que partidos
políticos entrem com um ADPF no Supremo (Arguição de Descumprimento de Preceito
Fundamental) contra essa decisão esdrúxula.
O país não pode ser vítima desses surtos de mandonismo, sob
o pretexto de se fazer justiça. Eu, você, nós todos, que seguimos a lei, que
cumprimos as determinações judiciais, que pagamos os impostos, que nos
comportamos segundo as regras da civilidade, por que havemos de ser os verdadeiros
punidos?
Isso é um despropósito! Ao tomar uma decisão, uma das
primeiras demandas na qual um juiz tem de pensar é a da razoabilidade.
Então cabe a pergunta óbvia: é razoável punir milhões de cidadãos, que usam o
WhatsApp hoje também para trabalhar, porque a empresa que responde pelo
aplicativo deixou de cumprir uma determinação judicial?
A vida moderna tem suas injunções e vai gerando
necessidades. Milhões de pais e mães usam o aplicativo para, por exemplo, falar
com seus filhos, organizar a sua rotina doméstica, agendar suas tarefas.
É evidente que juiz Montalvão exorbitou de sua competência e
de suas funções.
Uma Justiça que pune inocentes é injusta. Por definição. E
tem de ser repudiada.
Por Reinaldo Azevedo
Por Reinaldo Azevedo
Bero-bero sofre tentativa de homicídio em Rosário!
A guarnição estava realizando ronda no início da noite de
domingo(01), quando abordou um grupo de pessoas, durante a revista foi
encontrado com José Gomes Pereira Oliveira uma faca que estava suja de sangue.
O autor identificado pela policia militar, ao ser indagado
pelos policiais, confessou que havia furado Maurício José Oliveira conhecido
como "Bero Bero", na região central do tórax, este foi encaminhado em
estado grave para o Hospital Socorrão II em São Luís.
O conduzido foi levado e apresentado na delegacia regional
de policia civil em Rosário, para os procedimentos cabíveis.
"Bero Bero" foi apreendido no final do ano passado e confessou ter
matado o jovem Jamilsom Martins (Chupa) na Rua da Balaiada, não ficou preso pois tinha 17 anos de idade.
domingo, 1 de maio de 2016
Dezenas de motos são apreendidas em operação da Pm em Rosário!
A Polícia Militar de Rosário divulgou nesta sábado (30) um
balanço da “Operação Fecha Quartel”. As ações tiveram início nesta sexta-feira
(29) com objetivo de apreender veículos em situação irregular na sede de
Rosário e no povoado São Simão.
A PM também ressaltou que a operação visa apreender carros e
motos que são os mais usados na prática de crimes como roubos e homicídios. As
ações foram realizadas em vários pontos da cidade.
O objetivo também foi reeducar condutores de motocicleta
quanto a importância de conduzir motocicletas com equipamentos de segurança,
com os documentos de porte obrigatório, bem como com a CNH e outros.
Na
operação, 25 motocicletas foram notificadas, apreendidas e removidas para o
pátio da 7ªCI de Rosário.
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