quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

IBGE revela: 312 mil miseráveis foram criados entre 2015 e 2017 no Maranhão


A conta é simples: 104 mil miseráveis surgiram no Maranhão exatamente no período do governo comunista de Flávio Dino.
São 312 mil pessoas que chegaram “à pobreza extrema” no estado entre os anos de 2015 e 2017, segundo constatou estudo do IBGE, divulgado em dezembro.

Por esta conta, levando-se em consideração uma eventual reeleição do comunista, o Maranhão terá, ao fim de 2022 nada menos que 830 mil novos miseráveis, frutos da política de arrocho, opressão estatal e pouca importância ao setor produtivo.

Mas o que o comunismo maranhense produz não deve ser surpresa, levando-se em conta o que o comunismo faz no mundo.

É assim na Venezuela, na Coreia do Norte e em vários outros países que optam por esta ideologia política e seus conceitos opressores.

Em seu discurso de posse, Flávio Dino usou o termo “comunismo de resultados” e até pregou que implantaria o “capitalismo no Maranhão”, num contrassenso só visto em alguém capaz de juntar na mesma pessoa os dogmas do cristianismo e o autoritarismo do marxismo.

Mas o que fez o comunista maranhense foi levar a cabo uma política nos moldes do ditador venezuelano Nicolas Maduro ou do tirano norte-coreano Kim Jong-un, que seu partido, o PCdoB, faz questão de exibir como ídolos em seus veículos de comunicação.

Coincidência ou não, o resultado é exatamente a geração de 312 novos membros da “extrema pobreza” e um PIB 8% menor que em 2014, fruto direto da perseguição a empresas e iniciativa privada.

Assim segue o Maranhão da mudança pregado por Dino em 2015.

E queira Deus ainda exista ao fim do ciclo comunista que o assola…


Marco Deça

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