sexta-feira, 7 de abril de 2017

Pedrosa apresenta indicação na tentativa de Resgatar Fábrica de Confecções de Rosário!


O vereador Pedrosa Filho Necó preocupado com os alarmantes índices de desemprego gerados pela crise e pelos erros da política nacional, apresentou na ultima seção uma indicação muito salutar.
 Necó tocou no assunto de extrema importância e necessidade para os moradores de Rosário, a Geração de Emprego e renda, e tenta de forma brilhante resgatar o que restou da falida fábrica de Confecções de Rosário-Kaoí.

Na indicação de nº 028/2017, Pedrosa solicita parceria institucional com o objetivo de aquisição de Máquinas e equipamentos através da cooperativa – ROSACOOP- afim de resgatar o Polo de Confecções de Rosário.

O parlamentar usou a justifica Abaixo para a aprovação de sua indicação.

“A cidade de Rosário está localizada numa posição estratégica, sendo o principal centro urbano da nossa região, vocacionada para ser um pólo de desenvolvimento econômico dispondo de infraestrutura para desenvolver projetos de empreendimentos instalados no Município de Rosário, havendo portanto, a necessidade urgente de recuperar galpões, maquinas, equipamentos, instalações hidráulica, elétrica e capacitação dos cooperados da ROSACOOP, para atender demandas das aludidas empresas, prefeituras  e outras.

Isto posto, a Cooperativa de Produção de Rosário Ltda – ROSACOOP, clama por apoio das autoridades legalmente constituídas e do Setor Privado, para implementar política de emprego e renda, tendo em vista abundante mão de obra qualificada, para transformar citada cooperativa no maior pólo de confecções do Estado do Maranhão.”
Fotos da situação atual da fábrica de confecções de Rosário

História

Polo de Confecções de Rosário surgiu em 1995, quando a empresa Kao-I Indústria e Comércio de Confecções, de Taiwan, celebrou um acordo com o governo do Maranhão para a construção de uma fábrica de confecções na cidade, que fica a 70 quilômetros de São Luís e possui 40 mil habitantes.

Na época, foram criadas associações de moradores, depois reunidos na cooperativa Rosacoop, para trabalhar na fábrica. As cerca de 3,6 mil pessoas contraíram empréstimos bancários incentivados, com contrapartida do governo do estado, para comprar máquinas de costura.



Os moradores obtiveram R$ 4 milhões do Banco Mundial, via Banco do Brasil, e empréstimos de R$ 7,2 milhões do BNB, totalizando uma dívida de R$ 11,2 milhões, em valores de 1995 e 1996.

Nenhum comentário:

Postar um comentário